setembro, 2011

  1. Bêbados sabem quando erram, diz estudo

    29 de setembro de 2011 by leco

    São Paulo- Quem nunca presenciou a cena de um bêbado em atitudes constrangedoras, que atire a primeira dose ao santo.

    O álcool, bem sabe-se, é responsabilizado por grande parte das chamadas “besteiras” que os seres humanos fazem na vida.


    Um novo estudo, no entanto, promete tirar da bebida a culpa pelos atos falhos: segundo cientistas americanos, o álcool não reduz a consciência das pessoas de que elas estão errando – ele simplesmente faz com que você não ligue para isso.

    A equipe de Bruce Barthlow, da Universidade de Missouri, constatou que o álcool apenas “deixa bobo” o sinal do cérebro que alerta: “você está cometendo um erro”.

    Quando as pessoas erram, a atividade do cérebro na área responsável por monitorar o comportamento aumenta, enviando um alarme indicando que algo está errado. O estudo não é o primeiro a mostrar que o álcool reduz esse sinal de alarme mas, diferentemente dos anteriores, mostra que a bebida não diminui a consciência dos erros em si, apenas o quanto você se importa com eles.

    Ou seja: você ainda sabe o que é certo e errado.

    Barthlow e sua equipe mediram a atividade cerebral de 67 pessoas, de 21 a 35 anos, enquanto elas completavam uma tarefa em um computador. Cerca de um terço das pessoas recebeu bebida alcoólica, um terço recebeu bebidas não alcóolicas e o restante recebeu placebo. Além de monitorar a atividade cerebral, os participantes tiveram seu humor medido.

    O monitoramento mostrou que o sinal de alarme do cérebro em resposta aos erros é muito menor naqueles que haviam consumido álcool – mas estes participantes demonstravam a mesma noção de que haviam errado dos outros que não haviam bebido.

    O estudo também revelou que quem consumiu álcool se mostrou menos calmo e cuidado nas tarefas seguintes aos erros – enquanto a tendência normal após os erros, entre os sóbrios, é ir mais devagar.

    Outro dado interessante: a maioria dos participantes alcoolizados disse se sentir “menos negativa” depois de beber.

    O estudo ajuda os pesquisadores a entender como o álcool atua no cérebro e pode ser utilizado em pessoas que precisam reduzir o sinal de alarme do cérebro – como que sofre com ansiedade crônica.

    A pesquisa “Alcohol Effects on Performance Monitoring and Adjustment: Affect Modulation and Impairment of Evaluative Cognitive Control” sera publicada na Journal of Abnormal Psychology.

    Fonte: http://info.abril.com.br/


  2. BENEFÍCIOS DE UM CONSUMO MODERADO DE CERVEJA

    by leco

    A cerveja é uma bebida saudável e que faz parte da dieta do Homem desde tempos ancestrais. Sendo muitas vezes olhada como uma bebida dos pobres e inferior ao vinho, tem vindo a crescer não só em termos de qualidade como também de consumo. Desde as extraordinárias cervejas com frutos da Bélgica, passando pelas Porters e Stouts de Inglaterra ou pelas Malt Liquor norte-americanas, é hoje bem nítido que elas não são apenas boas para beber, como também fazem bem à nossa saúde, desde que consumidas moderada e regularmente, isto é, não mais de 2 garrafas de 25cl a 33cl por dia. De facto, há muita publicidade que se refere aos benefícios do vinho na saúde, levando a que as pessoas considerem que apenas esta bebida nos trará bem-estar. Todavia, a cerveja, tal como o vinho, contem um grande número de componentes, entre os quais antioxidantes e vitaminas, provenientes dos cereais maltados empregues, pelo que podem ser igualmente benéficas para a saúde.

    O consumo moderado de cerveja, vinho e bebidas espirituosas, ao contrário do que acontece com o consumo excessivo e com a abstenção, pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, como por exemplo ataques de coração e algumas formas de trombose (1), conforme já foi demonstrado em muitos estudos feitos um pouco por todo o mundo. Deste modo, estima-se que a ingestão de 30g de álcool por dia (cerca de 3 copos de cerveja), pode reduzir o risco de doenças coronárias em 25% (2). A explicação para esta situação reside no facto de a quantidade de colesterol no sangue (HD2, o bom colesterol) aumentar quando se consome álcool, diminuindo assim o risco de doenças. Investigações realizadas mostram que 2 copos de cerveja por dia (20g de álcool) pode aumentar o colesterol HDL na ordem dos 4% (3). É claro que o consumo em excesso não vai fazer este valor subir, indo, ao invés, provocar vários problemas noutros sistemas do nosso organismo. Outra explicação para os benefícios atrás descritos baseia-se na tendência que existe para a redução do aparecimento de coágulos no sangue quando se consome álcool (4). Outras investigações foram efectuadas no sentido de se aferir da influência do consumo de álcool em certo tipo de doenças. Deste modo, obtiveram-se resultados que evidenciam que o consumo moderado de cerveja ou vinho pode proteger contra a formação de pedra na vesícula (5), osteoporose (6) e até a diabetes (7).

    Contudo, deve realçar-se que o facto de bebermos dois copos de cerveja não evitará por completo o aparecimento de qualquer uma das doenças atrás mencionadas. Outros factores como o controlo do peso, uma dieta equilibrada ou o exercício físico regular são também essenciais para uma melhor qualidade de vida.

    Fonte: http://www.cervejasdomundo.com/Saude.htm


  3. A Qualidade das Cervejas Artesanais

    27 de setembro de 2011 by leco

    A produção de microcervejarias de diversos Estados brasileiros do Rio Grande do Sul ao Pará chega pela primeira vez a bares, restaurantes e lojas de bebidas de São Paulo. Com criatividade no processo artesanal, fórmulas nacionais usam guaraná, raspas de laranja e até bacuri.

    Nas adegas, rótulos domésticos já são um terço do estoque que, com mais de cem opções. Apesar de as referencias para fazer cerveja no país serem européias, esse estilo original encontra eco no mercado americano: tanto lá quanto cá, varias cervejas de qualidade nasceram como hobby. Para mestres cervejeiros, a produção artesanal pode perder uma característica valiosa, a regionalidade, conceito dado para o que é feito por poucos e para poucos, oferecido localmente. Além disso, a qualidade do produto pode ser comprometida pela dificuldade de manter as características de origem.

    O desafio de garantir a qualidade e as características de origem, nos últimos meses, para os que costumam passear por empórios ou conferir novidades em cardápios de bares e restaurantes em São Paulo, tem sido fácil perceber a crescente oferta de diferentes cervejas em estilo e procedência.

    Esse cenário de abundância de construiu nos últimos anos com base em uma profunda transformação econômica do país. Os sinais de demanda de cervejas especiais têm crescido graças ao aumento da capacidade de compra da população e às mudanças de comportamento de consumo.
    Uma legião de consumidores, exigentes em potencia, desenvolvem maturidade gastronômica e produzem, assim, o crescimento desse nicho de mercado, antes considerado inexpressivo.

    Estamos em plena revolução da demanda: crescente, desafiadora e irreversível. É nesse compasso que as cervejas artesanais brasileiras vêm a surgir, investir e, até mesmo, se reinventar.

    São cervejas produzidas pelos quarto cantos do país, muitas destas produções atualmente estão ao alcance das mãos na capital paulista.
    Pelo lado dos consumidores, ter esse acesso é ótimo, pois muitos não teriam facilidade de viajar as cidades de origem. Pelo lado dos produtores, essa exposição é cada vez mais importante, já que os inserem no maior parque gastronômico do país.

    Entretanto, no que parece ser um cenário perfeito, essas cervejas artesanais podem vir a perder um argumento valioso: a regionalidade.

    O conceito artesanal é dado para o que é feito por poucos e para poucos, oferecido localmente. Além disso, a qualidade do produto também é posta em cheque: quanto mais distancias a percorrer, mais desafios surgem para garantir as características sensoriais de origem.

    Num trabalho árduo de sobrevivência, as cervejas artesanais têm oferecido produtos de excepcional apelo gastronômico e ajudado a reposicionar a imagem da bebida.

    O movimento “beba menos e melhor” é uma tendência de comportamento entre brasileiros e seus efeitos são claramente benéficos – a saúde melhora e as experiências gastronômicas são prazerosas e inspiradoras, quem diz isso é a Mestre cervejeira e sommelier de cervejas Cilene Saorin.

    Fonte:http://etilicos.com/qualidade-cervejas-artesanais/


  4. Por recorde, alemão percorre 127 garrafas de cerveja em monociclo.

    26 de setembro de 2011 by leco

    Lutz Eichholz percorre a fileira de 127 garrafas de cerveja em Tel Aviv, Israel: novo recorde mundial de equilíbrio em uma roda sobre invólucros alcoólicos

    Fonte: Terra


  5. Estudo mostra que cerveja hidrata igual à água após prática esportiva

    22 de setembro de 2011 by leco


    Pesquisa diz que quantidade moderada de cerveja “não prejudica a hidratação após o exercício”

    Um estudo apresentado nesta terça-feira em Bruxelas comprova que o consumo moderado de cerveja após exercícios físicos é tão eficaz quanto a água para a hidratação, segundo especialistas médicos.
    Esta é uma das conclusões apresentadas no “VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde”, onde participaram especialistas em medicina, nutrição e alimentação da União Europeia.

    O pesquisador Manuel Castillo, da Universidade de Granada, expôs os resultados de um estudo que consistiu em medir a reação do corpo à ingestão de água ou cerveja após a realização de esforço físico intenso. “Realizamos o estudo para comprovar se o costume de tomar cerveja depois do exercício era recomendável”, explicou Castillo.
    A conclusão foi de que uma quantidade moderada de cerveja “não prejudica a hidratação após o exercício”. Tomar cerveja seria “a mesma coisa que tomar água”, por isso é recomendado o consumo da bebida fermentada a todas as pessoas que não tenham nenhuma contraindicação.

    “Não foi encontrado nenhum efeito negativo que pudesse ser atribuído à ingestão de cerveja em comparação com a ingestão de água”, disse Castillo, que também afirmou que durante as conferências será apresentado outro estudo que descarta que exista “qualquer relação” entre o consumo da bebida e a tendência a desenvolver “barriga de chopp”.

    O médico Ramón Estruch, do Hospital Clínico de Barcelona, afirmou que os resultados dos estudos mostram que o consumo moderado de cerveja “ajuda na prevenção de acidentes cardiovasculares, graças aos efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios das artérias”.

    Além disso, proporciona proteção contra fatores de risco cardiovascular, como diabetes, melhora a pressão arterial, regula o colesterol e previne a arterioesclerose, segundo a pesquisa.
    Estruch informou que atualmente estão sendo feitas pesquisas para determinar se os benefícios da cerveja com álcool são maiores que os da cerveja “sem”, embora haja indícios de que a primeira tem efeitos mais positivos.

    De qualquer forma, Estruch ressaltou a importância de “consumir a cerveja dentro de um padrão de alimentação saudável, preferencialmente a dieta mediterrânea”.

    Maria Teresa Fernandez Aguilar, pesquisadora da Agência da Saúde de Valência, informou sobre os efeitos benéficos da cerveja sem álcool para as mães lactantes. Ela citou o estudo que demonstrou que crianças amamentadas por mães que consumiram duas cervejas sem álcool durante a lactação têm menos possibilidades padecer de doenças como câncer e arteriosclerose, devido à transmissão dos componentes antioxidantes de bebida.

    “Os resultados nos surpreenderam”, afirmou Maria Fernandez, acrescentando que a cerveja sem álcool seria mais recomendável que outras bebidas gasosas com base química.

    Fonte: Terra


  6. Heineken muda logotipo institucional

    21 de setembro de 2011 by leco

    Depois de apresentar a mesma identidade visual por 10 anos, a Heineken adotará um novo logotipo institucional a partir de outubro.

    O novo logo será utilizado em todas as publicações corporativas, materiais impressos e no site corporativo. A identidade visual e o design da cerveja Heineken se mantêm inalterados. A ideia é que o consumidor possa distinguir o nome da empresa e a marca da cerveja.

    Logo da cerveja Heineken
    O projeto, desenvolvido pela agência holandesa VBAT, traz uma identidade visual reprojetada, em que o nome da companhia é apresentado em letras maiúsculas complementadas por uma estrela estilizada vermelha, acima da letra “H”.

    A primeira e a última letra da empresa mostram leves curvas. As cores principais permanecem as tradicionais: vermelha, verde e prata.

    “A nova identidade diferencia a empresa da marca Heineken, refletindo melhor quem somos hoje e a companhia que pretendemos ser amanhã”, diz Jean-François van Boxmeer, presidente do Conselho Executivo e CEO da Heineken.

    Fonte: http://clubdacerveja.wordpress.com/


  7. Coelhinha da Playboy posa em barril de chope para divulgar Oktoberfest

    16 de setembro de 2011 by leco

    A coelhinha da Playboy Katharina Wyrwich posou dentro de um barril de chope, nesta segunda-feira (12), em Munique, na Alemanha, para divulgar a Oktoberfest local, que começa no dia 17 de setembro.

    Fonte: http://clubdacerveja.wordpress.com/2011/09/12/coelhinha-da-playboy-posa-em-barril-de-chope-para-divulgar-oktoberfest/


  8. Tri-loco

    15 de setembro de 2011 by leco

    Esse bebeu!!


  9. Mercado de cervejas requintadas ganha espaço em shoppings e bares

    13 de setembro de 2011 by leco

    Só no ano passado, o Brasil fabricou mais de 12 bilhões de litros da bebida. Cervejas especiais representam apenas 5% do mercado

    O mercado da cerveja ganha espaço, como as famosas marcas de vinhos. Uma rede de franquia de quiosques de cervejas e produtos relacionados ganha sofisticação em vários shoppings do país.

    Em um shopping, ao lado de lojas de bolsas, relógios e presentes, está um quiosque só de cerveja. No espaço pequeno, estão 1,4 mil garrafas do que há de melhor no mundo. É o mercado das cervejas especiais que dobrou de tamanho nos últimos cinco anos. E os produtos são requintados, uma cerveja champagne, por exemplo, custa R$ 226 a garrafa.

    As cervejas são chamadas especiais porque não têm conservantes e são feitas com cereais maltados – trigo, cevada, aveia ou centeio. O quiosque tem 100 rótulos diferentes de 12 países.

    Uma garrafa de uma cerveja brasileira custa R$ 14,90 e é feita com rapadura. Uma belga custa R$ 39,90 e é fermentada dentro da própria garrafa, que tem até rolha para segurar a pressão. Já a cerveja champagne justifica o preço pelo cuidadoso processo de fabricação.

    “É uma cerveja produzida na Bélgica envasada na região de champagne, onde ela fica durante um ano passando pelo processo de remoagem, ou seja, a garrafa fica de cabeça pra baixo e um funcionário duas vezes ao dia vira um quarto aos trancos pra que o fermento que é depositado no fundo da garrafa fermente o liquido por igual durante esse um ano, depois ela volta pra Bélgica de onde é comercializada”, explica Rodolfo Alves, franqueador.

    Alves lançou a franquia do quiosque de cervejas, em 2010, e já conta com 19 unidades em shoppings centers. É a prova de que a cerveja ganhou status, assim como aconteceu com o vinho há dez anos.

    “Hoje você encontra vinhos em casas especializadas, em quantidade bastante variada. Em casas acessíveis, o que não acontecia com a cerveja. E a proposta do nosso negócio está buscando trazer as cervejas especiais, que é um produto que também tem o seu requinte, tem o seu glamour para um local acessível e com um mix bastante adequado”, explica o empresário.

    Para montar uma franquia de quiosque de cerveja, o investimento é de R$ 90 mil. O faturamento médio de uma unidade é de R$ 30 mil por mês. O quiosque é do franqueado Eric Petroni. Ele começou em maio deste ano, e não tem do que reclamar. “A média mensal é de 450 garrafas e nesse mês a gente já atingiu já essa meta”, revela.

    O quiosque tem freezer e também serve cerveja no balcão. É uma forma de tornar os rótulos mais conhecidos dos clientes. “Um bate papo mais intelectual, com amigos, merece uma cerveja com notas de sabor, de frutas e isso a gente toma corriqueiramente para degustar esses diferentes sabores”, diz Andre Brito, cliente.

    As cervejas também são vendidas em kits com baldes, copos e taças, e viram uma opção de presente para a metade dos clientes.

    No ramo das cervejas, os números são astronômicos. Só no ano passado, o Brasil fabricou mais de 12 bilhões de litros. É o terceiro maior produtor do mundo. Só perde para a China e Estados Unidos.

    E espaço para crescer não falta: as cervejas especiais representam apenas 5% desse mercado. Hoje a rede de franquias vende 40 mil cervejas por mês

    “A gente aproveita muito o momento que a economia brasileira vem passando, estabilidade e baixa cotação da moeda americana. Dado que 70% do nosso mix é importado, com isso a gente espera dobrar em 2012 a rede, chegando a 60 unidades”, afirma Rodolfo Alves.

    Em um bar, as cervejas especiais inspiraram a gastronomia. A casa surgiu em 2008 com uma proposta diferente. O maior patrimônio do negócio está no cardápio. São mais de 70 combinações entre pratos e cervejas, estudadas, testadas e aprovadas pelo especialista
    Eduardo Passarelli.

    O empresário levou um ano para preparar o minucioso cardápio. Ele fez dezenas de testes. No final, compôs um menu com petiscos e sanduíches feitos com massa de pizza. “Combinar cerveja com o alimento é uma proposta muito bacana. Diferencial, porque, geralmente, o brasileiro vai lá e toma a cervejinha com petisco. Agora, comer com alguma outra coisa bem requintada é bem gostoso”, afirma Luciana Tadeia, consumidora.

    O investimento foi de R$ 1,2 milhão para a reforma do restaurante, estoque e capital de giro. O espaço tem plantas entre as mesas e a decoração é feita com as próprias cervejas, sem contar as dezenas de copos – um para cada tipo de cerveja.

    “O copo muda bastante o resultado de uma degustação. Por exemplo, aqui eu tenho um copo para cervejas menos intensas, de sabor menos complexo e o copo de corpo fino ajuda valorizar os sabores”, diz Eduardo Passarelli.

    O bar tem um clima de descontração para combinar com as cervejas. Há até um passaporte que premia o consumidor que experimenta a bebida dos mais variados países. A fidelização dá certo: 4 mil clientes vão ao local por mês e o movimento cresceu 32% só no último ano.

    Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios


  10. Cervejas de coco, manga, banana e dendê são destaques na Alemanha

    12 de setembro de 2011 by leco

    Bebida tem 60% de frutas brasileiras.
    Feira é especializada em práticas de comércio sustentável.

    Uma cerveja feita na Bélgica e com gosto de coco é um dos destaques de uma feira que acontece neste fim de semana em Dortmund, no oeste da Alemanha.

    Frutas brasileiras compõem 60% dos ingredientes da cerveja. Segundo o fabricante, o nome da marca significa “a sua saúde!” para o povo Chokwe, que vive entre Angola, Zâmbia e República Democrática do Congo.

    Além da bebida com sabor de coco, a cervejaria produz versões nos sabores quinua, manga, banana e dendê.

    A “Fair 2011” começou na última quinta-feira (8) e vai até sábado (10). O evento é especializado em práticas de comércio sustentável.

    Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/09/cervejas-de-coco-manga-banana-e-dende-sao-destaque-na-alemanha.html