outubro, 2011

  1. Nova tendência hipster no verão novaiorquino é ser barrigudo

    13 de outubro de 2011 by leco

    Antes de mais nada, você sabe o que é um hipster? Acredite quando digo que você conhece vários. É aquele grupo de pessoas que adora se vestir de maneira esquisita (e iniciam tendências por causa disso), especialmente abusando de camisetas e malhas justas que parecem ter mais de 10 anos de uso, calças jeans mais apertadas, chapéus ou bonés ou capuz de moletom, tênis Puma ou All-Star, óculos Elvis Costello (se você for maior de 50 anos imagine os de Carlos Lacerda) e cabelos que variam de um afro para brancos ao estilo Mick Jagger dos anos 60, com aparência de serem lavados uma vez a cada trimestre. Adoram qualquer produção independente seja de cinema ou de música (coisas que você nunca ouviu falar e que vão se tornar moda), lugares alternativos e seu lema é baseado na famosa frase de Clark Gable em E o Vento Levou: “Francamente, eu não dou a mínima”.

    O movimento (que aliás, detesta ser chamado de hipster) existe nos Estados Unidos desde os anos 40 quando os jovens wasp (brancos, anglo-saxões, portestantes) descobriram o jazz e a cultura afro-americana e eram chamados de “negros brancos”. Ganhou força depois com Jack Kerouac, Allen Ginsberg e Norman Mailer, que os definiu com as pessoas em divórcio com a sociedade e quebrou-se em muitas outras tribos como os hippies, os punks, os indies etc. Se vocês fizer uma busca na internet pelo termo hipster vai descobrir que eles são tão odiados quanto os emo e são alvo de paródias e brincadeiras como o Hipster Bingo ou muito bem-sucedido blog Look at this F* Hipster (olhe esse maldito hipster, em tradução comportada). Até mesmo a famosa revista Time Out chegou a publicar um artigo chamado “Por que os Hipsters tem que morrer. Uma proposta modesta para salvar o que é cool em Nova Iorque”. No Brasil, o blog Você não é hipster, é cafona também aproveita para perturbar a comunidade, enquanto a grande publicação hispster Vice Magazine ganha uma versão nacional e traz o que rola nesse mundo.

    Entenda-se que a maior crítica a eles parte do fato de que a maioria do pessoal alternativo vem de classe média alta, muitos ganham dinheiro dos pais, gastam para parecer que não tem nada e não perdem a chance de comprar seu Mac para assim poder blogar e tweetar o dia inteiro. Ao mesmo tempo, se dizem contrários à convenções sociais e ao capitalismo exagerado. Preconceitos à parte, pode apostar que muita coisa boa que você curte hoje aconteceu graças ao fato dos hipsters procurarem o novo e descobrirem talentos escondidos. A volta do óculos escuros Ray Ban, modelo Top Gun, está aí para provar o poder desse pessoal.

    Agora o jornal The New York Times traz em suas páginas que o verão americano foi inundado por formosas barrigas de chopp masculinas enfiadas em camisetas justas. O grande motivo? Os hipsters assim definiram. Isso porque, por irem na contramão da sociedade, o pessoal alternativo quer justamente se distanciar da figura esbelta, esportiva e sarada do presidente Barack Obama. O editor da revista masculina Details, Don Peres, afirmou que se um relaxado estivesse na Casa Branca, os hipsters estariam desfilando com barrigas-tanquinho como se fossem modelos de calendário de strippers.

    Já Aaron Hicklin, editor da revista gay Out afirmou para o jornal que a obsessão em manter um abdomen sarado ficou tão exagerada, que deixou de ser algo masculino. Segundo ele, o que parecia ser jovial e sexy, tanto para homossexuais como para heteros, agora está passado. “Ficar se preocupando com o corpo o tempo todo não é cool”, complementou. Por outro lado, o personal trainer Robert Morea não acredita que seja bom uma barrriga grande de repente se tornar aceitável, embora creia que a era dos homens muito musculosos está chegando ao fim, sendo substituída por músculos definidos sem serem exagerados.

    Fonte: Terra


  2. Quando a economia está ruim, o consumo de álcool cresce

    by leco

    Pesquisa mostra que comportamentos como o abusar de bebida alcoólica e dirigir sob efeito do álcool aumentam durante uma crise econômica.

    O abuso de álcool aumenta quando as condições macroeconômicas se deterioram, segundo mostrou um estudo da Universidade de Miami. Segundo o especialista em saúde econômica, Michael T. French, o consumo excessivo de bebida alcoólica cresceu junto com as taxas de desemprego. O número de pessoas que dirigiam embriagadas ou que se tornavam dependentes da bebida também aumentou nos dois sexos e em todos os grupos étnicos estudados.

    Pesquisas anteriores sugeriam, porém, que os níveis de saúde da população melhoravam durante uma recessão econômica. Segundo esses estudos, a falta de dinheiro impedia que as pessoas tivessem comportamentos potencialmente insalubres – como beber em excesso. O que não é verdade, segundo os pesquisadores.

    “Nosso estudo é oportuno, tecnicamente avançado e original”, diz French, coordenador do estudo. “Somos um dos primeiros a mostrar que, apesar de ter uma menor renda durante uma crise econômica, as pessoas ainda aumentam o consumo ou têm comportamentos arriscados relacionados à bebida”, diz.

    Os resultados mostraram que pessoas que tinham filhos e eram casadas tinham mais problemas com o abuso de álcool e dependência. O consumo excessivo de álcool aumentava de acordo com o nível educacional e rendimento dos pesquisados. O estudo indica ainda que até mesmo os indivíduos que estão empregados estão mais sujeitos a beber de depois dirigir se estão passando por uma crise econômica. “É possível explicar isso se pensarmos que mesmo os indivíduos que têm um trabalho podem ser afetados psicologicamente por uma recessão econômica, por exemplo, com o medo de perder o emprego”, diz French.

    Para o estudo, os pesquisadores analisaram dados entre 2001 e 2005 – os mais recentes com esse tipo de informação. Eles incluíram ainda medidas como abuso de álcool e dependência, que não estavam contempladas nos estudos anteriores. A pesquisa foi publicada no periódico Health Economics.

    Fonte: Veja


  3. Cervejas artesanais ganham espaço no RS com mais casas especializadas e distribuição

    10 de outubro de 2011 by leco

    A melhor cerveja é aquela que se bebe enxergando a chaminé da fábrica, explica Luciano Filippetto, um dos sócios do Lagom Brewpub, fazendo referência a um ditado alemão. A frase é lema seguido à risca pelos três proprietários do bar, aberto há pouco mais de um ano na Capital, e está se tornando também um mantra das microcervejarias que se espalham pelo Estado.

    Foi pela busca do lugar e das cervejas ideais, degustadas da mesma forma que o vinho, que surgiram as cerca de 170 microcervejarias brasileiras, sendo 32 no Estado. No Rio Grande do Sul, as pequenas entregam em bares e restaurantes cerca de 300 mil litros da bebida por mês — o equivalente a 10 horas de produção na planta da Ambev de Águas Claras, compara o diretor executivo da Associação Gaúcha de Microcervejarias (AGM), Jorge Gitzler. A participação de mercado das microcervejarias não chega a 1%.

    Fonte: ClicRBS


  4. Besouros australianos fazem sexo com garrafas de cerveja

    6 de outubro de 2011 by leco

    Aliás, “tentam fazer sexo” é a descrição mais apropriada. Foram dois pesquisadores australianos que testemunharam a cena pitoresca: besouros machos tentando acasalar com garrafas de cerveja largadas pelas estradas do oeste da Austrália — “os pênis deles estavam claramente cutucando as garrafas”, contam.

    Por quê? Não é um fetiche ou uma nova orientação sexual: os machos confundiam as garrafas com besouros fêmeas graças à cor, a detalhes na superfície e ao modo como refletem a luz — para eles, estavam apenas se engraçando com fêmeas bem grandinhas, que são mesmo preferidas na hora da cópula por terem mais ovos.

    É engraçado, mas um tanto trágico também: os pesquisadores contam que, por causa dessa pegadinha, as pobres fêmeas dos besouros provavelmente perdem um monte de parceiros — e, mais grave ainda, havia sinais de que formigas predadoras aproveitavam o engano dos insetos para arrastá-los de cima das garrafas e servi-los no jantar.

    O estudo que registra a prática foi um dos vencedores do prêmio Ig Nobel (o Oscar da ciência maluca, que premia os “avanços científicos que primeiro fazem as pessoas rir, e depois pensar”) deste ano, que rolou na semana passada lá nos EUA.

    Fonte: Super


  5. Brahma: uma história de sabor

    5 de outubro de 2011 by leco

    A história da Brahma é tão grande e vasta, que até se for resumida ao máximo, ainda continuará gigante. Confira todos os capítulos já publicados em nossa seção “História Brahma”.

    A história da Brahma começa aqui!
    O início de tudo.

    Futebol e Brahma: nasce uma paixão
    O casamento mais perfeito de que se tem notícia!

    1908: Brahma é medalha de ouro
    Uma festa daquelas!

    Uma relíquia de família
    Décadas de história em uma única garrafa.

    Do fundo do baú!
    Fotos históricas dos primeiros Brahmeiros do século XX

    Rótulos de época!
    Grandes histórias em pequenos pedaços de papel

    Brahma e um novo mundo
    Alberto Santos-Dumont, Charles Chaplin, Albert Einstein… e Brahma!

    1922: Brahma em clima de festa
    Que tal ver como ficou o primeiro Bar Brahma da história?

    Brahma Chopp: nasce uma paixão
    Durante os anos 1930, a Brahma faz história mais uma vez.

    Brahma no túnel do tempo
    Rótulos e campanhas publicitárias da Brahma das décadas de 1910, 20 e 30.

    A família Brahma
    Sabores da Brahma que marcaram época no início do século XX.

    Brahma Chopp: o primeiro jingle do Brasil
    Descubra quando foi criado o primeiro anúncio publicitário musicado do país… E ouça também, claro!

    O sabor da Brahma em todos os tempos
    Faz muito tempo que calor pede Brahma.

    Sabor histórico
    Um cartaz antigo que mostra uma verdade de sempre.

    Brahma em 1968
    De cara nova.

    Todo dia é dia de Brahma
    Calendário Brahmeiro

    Brahma na década de 1970
    Inovando desde sempre.

    Brahma na década de 1980
    Uma década de transformações.

    Brahma é Brahma
    Só não vê quem não quer.

    Você sabe
    Nos anos 1980 e sempre.

    Refresca até pensamento
    Um jingle que marcou a década de 1990

    Refresca até pensamento II
    E como refresca

    Fonte: http://www.brahma.com.br/


  6. Kiss lança linha de bebidas alcoólicas

    4 de outubro de 2011 by leco

    Primeiro foi o AC/DC, agora é o povo do Kiss quem lança sua marca de bebidas alcoólicas. De acordo com o site oficial das bebidas, vai ser comercializado um tipo de vinho – Zin Fire, um “ousado e frutado” Zinfandel – e um de cerveja – Kiss Destroyer, uma cerveja “fácil de beber, na melhor tradição alemã”.

    Por enquanto, as tais bebidas só podem ser adquiridas na Suécia e na Finlândia (NR: não dava pra ser mais longe?). Mas de acordo com Paul Stanley, vale a pena: “Elas vão colocar fogo nas suas papilas gustativas”.

    Então tá.

    Fonte: Noize


  7. Google lança cerveja URKontinent em parceria com Dogfish Head

    3 de outubro de 2011 by leco

    Imagine a cena: fim de expediente, você está de saída, quando alguém lança a ideia do happy-hour. Você sai com o pessoal do trabalho, vão ao boteco de sempre, arrumam a mesa e pedem umas garrafas de Google.

    Não está longe de acontecer. Isso porque o Google fez uma parceria com a cervejaria Dogfish, que envasa inúmeras marcas de cerveja. E uma delas é a novíssima URKontinent, cerveja com características do que se bebe na Bélgica, e que é uma “expressão daquilo que o Google gostaria de ver numa cerveja”. “URKontinent” é o termo equivalente do alemão ao supercontinente que existia antes das grandes massas de terra que formam os continentes que conhecemos começarem a derivar pela crosta terrestre.

    Há um vídeo sobre a criação da bebida, segundo o qual Google e Dogfish possuem filosofias muito semelhantes sobre como encarar a vida. Ideias sobre os ingredientes e o sabor que a cerveja deveria ter vieram de todo o mundo e foram compiladas por Adam Lutz, coordenador do projeto por parte do Google. Daí nasce a idéia de “supercontinente”: um conceito de tudo unido e de um sabor que é uma amostra de tudo que o mundo pode oferecer em matéria de cerveja, a partir do gosto dos funcionários do Google, é claro.

    A princípio, URKontinent será, muito infelizmente, uma edição limitada. Mas quem sabe. Se gostamos de Google para buscas é bem capaz que gostemos de Google para beber e se o sucesso for grande, talvez você precise começar a adaptar seu paladar para beber umas Googles de vez em quando.

    Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/10/google-lanca-cerveja-urkontinent-em-parceria-com-dogfish-head.html